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Um cristão pode portar arma de fogo? Qual a resposta bíblica para essa pergunta, em tempos de debate sobre o assunto no Brasil – motivado pela promessa do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de flexibilizar a posse – o reverendo Augustus Nicodemus Lopes diz que a Bíblia não cria objeções à autodefesa.

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“Se a lei do país permitir, sim. Eu não vejo qual seria a dificuldade com isso. No Antigo Testamento, a defesa própria, defesa da vida, era algo que era previsto pela lei”.

“Uma lei dizia que se um homem for apanhado, de noite, entrando na casa de outro, e o dono da casa para se defender, matar aquele homem que está invadindo, então ele não será culpado do sangue daquele homem. Ou seja: era permitido a você tirar vida em legítima defesa”, acrescentou.

Muitos fiéis – e até pessoas de fora do cristianismo – trazem o capítulo 6 do evangelho de Lucas para contrapor a visão de que é permitido ao seguidor de Jesus portar arma de fogo, já que orientou aos discípulos que amassem os inimigos. Sobre esse argumento, Nicodemus apontou o contexto: “Eu creio [que o porte de arma] não é anticristão. Aquilo que Jesus falou de você amar os inimigos tem a ver, no contexto cristão, os inimigos do cristianismo: aquelas pessoas que me perseguem, ofendem, por causa do cristianismo”.

“Eu, como cidadão, tenho o direito de me defender e defender a minha família. Se o meu país permite o porte de armas, então eu sou livre para fazer isso. Tem cristãos cuja consciência não vai permitir que ele porte armas. Então, não porte. Mas, tem outros que acham que eles podem fazer isso, então nesse caso, se a lei do país permite, não vejo problema nenhum”, concluiu.

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